Eletrocardiograma

Trabalho em altura em Goiânia: quando o eletrocardiograma entra na avaliação

Quem trabalha acima de dois metros do nível inferior, com risco de queda, precisa ter a aptidão para essa atividade avaliada e registrada. Em muitas empresas de Goiânia, o eletrocardiograma faz parte dessa avaliação. Veja por que, o que diz a NR-35 e como o exame se encaixa no PCMSO.

Eletrocardiograma (ECG) ocupacional4 min de leituraGoiânia/GO

O que a NR-35 pede em relação à saúde

A NR-35 trata do trabalho em altura e estabelece que o trabalhador só pode executar essas atividades se for considerado apto. Essa aptidão é avaliada nos exames médicos ocupacionais previstos no PCMSO e precisa constar no Atestado de Saúde Ocupacional, o ASO.

A norma também orienta que a avaliação considere fatores que possam causar mal súbito ou queda, como alterações que levem a tontura, desmaio ou perda de consciência. É aí que o eletrocardiograma costuma entrar.

Por que o coração importa em altura

Uma arritmia que no chão causaria apenas um mal-estar pode ter consequências graves quando a pessoa está em um andaime, em uma cobertura ou em uma torre. O risco não é só do trabalhador: uma queda também pode atingir quem está abaixo.

Por isso, o ECG ajuda o médico a identificar alterações de ritmo ou de condução que mereçam investigação antes de liberar alguém para essa atividade. Ele não é o único elemento da avaliação, mas é uma ferramenta útil e de baixo custo operacional.

O ECG é obrigatório para trabalho em altura?

A NR-35 não traz uma lista fechada de exames complementares obrigatórios. Ela exige a avaliação da aptidão e deixa ao médico responsável pelo PCMSO a definição dos exames necessários, de acordo com os riscos e as características da atividade.

Na prática, muitos programas incluem eletrocardiograma, e com frequência também eletroencefalograma, glicemia, avaliação da acuidade visual e avaliação psicossocial. A composição exata deve estar justificada no PCMSO da empresa e pode variar.

  • Avaliação clínica com foco em mal súbito e queda
  • Eletrocardiograma, quando previsto no PCMSO
  • Outros exames definidos pelo médico conforme o risco
  • Registro da aptidão para trabalho em altura no ASO

Setores de Goiânia onde a demanda é comum

Na região metropolitana de Goiânia, o trabalho em altura aparece em muitos segmentos: construção civil e reformas, montagem de estruturas metálicas, manutenção predial, instalação de placas solares, telecomunicações, limpeza de fachadas, armazéns com estruturas altas e manutenção industrial.

Em todas essas atividades, a empresa precisa garantir que somente trabalhadores aptos e capacitados executem o serviço. Ter o exame em dia evita atrasos na mobilização de equipes e problemas em auditorias de contratantes.

Quando repetir o exame

A periodicidade dos exames complementares também é definida no PCMSO. É comum que o ECG acompanhe o exame admissional e seja repetido nos periódicos, mas o intervalo depende do critério do médico e dos riscos da função.

Após afastamentos por doença, mudanças de função para atividades em altura ou surgimento de sintomas, o médico pode pedir o exame fora do calendário habitual.

Erros comuns na liberação para altura

Um problema frequente é o ASO não trazer de forma expressa a aptidão para trabalho em altura. Sem esse registro, o trabalhador pode ser barrado na portaria de uma obra ou indústria contratante, mesmo tendo feito todos os exames. Outro erro é considerar que o exame feito em uma empresa anterior vale automaticamente para a nova contratação.

Também acontece de a empresa mandar o colaborador para o curso de NR-35 antes de verificar a aptidão médica. Se depois o médico identificar alguma condição que impeça a atividade, o investimento no treinamento pode ficar sem uso imediato. Sempre que possível, alinhe a ordem: primeiro a avaliação de saúde, depois a capacitação e a autorização formal da empresa.

Agende a avaliação da sua equipe

A Clínica e Plataforma Ocupacional, na Av. T-63, nº 1981, no Nova Suíça, atende empresas que precisam liberar trabalhadores para atividades em altura, com exames clínicos e complementares e agendamento online. Para organizar a sua equipe, chame pelo WhatsApp (62) 3661-0052.

Perguntas frequentes

A partir de que altura a NR-35 se aplica?

A norma considera trabalho em altura toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior, onde haja risco de queda.

Só o eletrocardiograma basta para liberar o trabalhador?

Não. O ECG é um dos elementos. A aptidão depende da avaliação clínica e dos demais exames definidos no PCMSO, e precisa ser registrada no ASO.

O treinamento de NR-35 substitui o exame médico?

Não. São exigências diferentes e complementares: o trabalhador precisa estar capacitado e também ser considerado apto pelo médico.

Onde fazer o ECG para trabalho em altura em Goiânia?

Na Clínica e Plataforma Ocupacional, no Nova Suíça. O agendamento pode ser feito online ou pelo WhatsApp (62) 3661-0052.

Equipe técnica da Clínica e Plataforma OcupacionalConteúdo informativo sobre saúde e segurança do trabalho. Para o caso da sua empresa, fale com um de nossos profissionais.